25 de fevereiro de 2020
  • 11:02 ENVOLVER, ALINHAR E MOBILIZAR – O PROPÓSITO DA GESTÃO DA MUDANÇA
  • 10:10 SER RESPONSÁVEL NA GESTÃO DA MUDANÇA
  • 09:15 A GUERRA POR TALENTOS
  • 15:11 O DESAFIADOR TRABALHO DE UM HEADHUNTER
  • 11:08 COMO LIDAR COM UM AMBIENTE DE TRABALHO TÓXICO

Por Maria João Martins,
Partner, Sócia fundadora da MyChange

Para transformar o mundo, seja o das Organizações em que nos movemos, ou de forma mais micro, o das nossas equipas e missões, é fundamental ter uma atitude responsável.

O Mundo à nossa volta é, também, aquilo que quisermos que seja.  E para isso é importante assumir uma voz interior que nos diz que podemos fazer a diferença.

Nas transformações reativas ou proativas, assistimos a diferentes posicionamentos que naturalmente impactam os resultados. 

Estes são sempre diferentes, consoante o sentimento e a atitude para participar de modo responsável numa onda de mudança que se deseja positiva.

Um mero Observador, achará que mudar não é para si e sim para os outros, ficando a olhar de testa franzida, vendo a terrível mudança epidermicamente fora de si e pensará “Eles que mudem”, “Eles que façam”, “Isto não é para mim”, “Já fiz o que tinha a fazer, agora que avancem outros”, “Tudo vai ficar na mesma, para quê mudar?”.

A outro nível poderemos encontrar os Atores da mudança, aqueles que convidamos a participar na alteração das coisas e que se deixam envolver e embarcar por uma visão de que existem estádios novos e diferentes a alcançar, que certamente são uma vantagem.

Não percebendo totalmente que vantagem é essa, deixam-se levar pela onda que sentem à sua volta, avançam, mas não deixam afluir dentro de si o capital emocional que é tão fertilizante de tantas potenciais conquistas e pensarão “Se querem que eu mude, eu mudo, mas não sei onde isto vai parar”.

Uma atitude mais responsável percebemos nos Autores da mudança, aqueles que ficam criadores da própria história de transformação, que acreditam e sentem, que podem fazer a diferença, que se revelam como exemplos de energia inventiva, inspirando e mobilizando os outros, arriscando novos caminhos e soluções, na esperança de chegar a um novo paradigma.

Revelam muitas vezes a humildade para abandonar velhas praticas e crenças, para dar espaço à nova forma das coisas e reaprender continuamente.

Fazem as perguntas certas, com a liberdade e responsabilidade que sentem serem suas de propor, influenciar e assim escrever novas páginas na sua Organização, na sua Equipa ou mesmo na sua vida. 

Devemos sentir-nos abençoados por respirarmos o mesmo ar destes agentes e facilitadores da mudança.

São eles que, com muita curiosidade pelo novo, nos permitem sonhar com o ensinamento  que Gandhi nos deixou: “Que somos a mudança que queremos ver no mundo”!

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